Somos todos filhos do mesmo Pai. Porém, temos personalidades cabalmente distintas. Gostamos de comidas, roupas, esportes e filmes diferentes, pensamos diferentemente uns dos outros e somos diferentes uns dos outros... Alguns de nós somos mais agitados, outros mais calmos. Há os reservados e os extravagantes. Os calados e os tagarelas. Cada pessoa traz em si um modo próprio e único de ser. Isto se chama: Singularidade. O fato de sermos diferentes e de conseqüentemente termos opiniões contrárias a do outro, atrai súbitos desentendimentos. Pois não aceitamos o outro. Queremos fazê-Io a nosso modo. Porém, não deve ser assim. Precisamos acolher a todos com seu jeito e maneira. Como também ele o nosso. Não devemos e jamais conseguiremos incutir nossa maneira de pensar, falar ou agir. A convivência entre os seres terrestres perderia o sabor, se apreciássemos os mesmos pratos, os mesmos sabores e tivéssemos os mesmos pensamentos e sentimentos. A distinção torna mais bonito o ser humano. Cada qual tem seu estilo próprio, sem imposição de ninguém. E seremos uma nação mais bonita e feliz, no momento em que aceitarmos o próximo assim como ele é.

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